Bibliografia

Bibliografia de Isabel Maria Fernandes
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Por ordem cronológica de publicação
FERNANDES, 1982
Isabel Maria Fernandes et al.  As covas eremíticas de Sabariz, Vila Fria, Viana do Castelo. Minia. Braga. 2ª série, 5: 6 (1982). P. 5-19.

FERNANDES, 1983
Isabel Maria Fernandes et al.  O tratamento, recuperação e difusão por computador da informação contida no material não-livro. Braga: Centro de Ciências e Engenharia de Sistemas da Universidade do Minho, 1983.

FERNANDES, 1984
Isabel Maria Fernandes; Eduardo Pires de Oliveira  Documentos para a história do Museu D. Diogo de Sousa. Cadernos de Arqueologia. Braga. 2ª série. 2 (1984). P. 109-134.

FERNANDES, 1990
Isabel Maria Fernandes  Introdução à Conferência de Luciano García Alén: o paso de oleiros portugueses a Galicia. Barcelos, Museu de Olaria, 1990.

FERNANDES, 1993
Isabel Maria Fernandes  Cerâmica Açoriana. Catálogo. Barcelos: Museu de Olaria, 1993. (Colecções do Museu; 2).

FERNANDES, 1996
Isabel Maria Fernandes  Os centros produtores de louça preta da Região Norte. Olaria. Barcelos, 1 (1996). P. 11-36.

FERNANDES, 1996A
Isabel Maria Fernandes; Maria Cláudia Milhazes  Selles Pais. Uma doação. Barcelos: Museu de Olaria, 1996. (Museu Aberto; 4).

FERNANDES, 1997
Isabel Maria Fernandes; Maria Àngels Ruf; Judit Molera; Màrius Vendrell-Saz  La producció ceràmica. In Roc d’Enclar: Transformacions d’un espai dominant sègles IV – XIX. Andorra: Servei de Recerca Històrica, 1997. (Monografies del Patrimoni Cultural d’Andorra). P. 326-350.

FERNANDES, 1997A
Isabel Maria Fernandes  A produção cerâmica do Norte (séc. XII – XX): estudo histórico, tipológico e laboratorial. O levantamento etnográfico. In Actas do 2º Encontro de Olaria Tradicional de Matosinhos (1996). Matosinhos: Câmara Municipal, 1997. P. 44 – 49.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12510
Resumo: Refere-se um projecto aprovado pela JNICT e que teve em fim o estudo da produção cerâmica no Norte, entre os séculos XII e XX. Nele se congregaram diversos investigadores da área da História, da Arqueologia, da Etnografia e da Ciência.
Descritores: Cerâmica / Cerâmica Norte de Portugal / Olaria Norte de Portugal

FERNANDES, 1997B
Isabel Maria Fernandes  Júlio Alonso. Um percurso pelo barro. In Actas do 2º Encontro de Olaria Tradicional de Matosinhos (1996). Matosinhos: Câmara Municipal, 1997. P. 60- 75.

FERNANDES, 1997C
Isabel Maria Fernandes; Rafael Salinas Calado; Rute Reimão; Manuela Ribeiro  A colecção de Faiança do Ateneu Comercial do Porto. Porto: Ateneu Comercial, 1997.

FERNANDES, 1997D
Isabel Maria Fernandes; Ricardo Teixeira (coordenadores)  A Louça Preta em Portugal: olhares cruzados. Porto, CRAT: Centro Regional de Artes Tradicionais, 1997, p. 28 e 33.

FERNANDES, 1997E
Isabel Maria Fernandes  Os centros produtores: sua geografia, in «A Louça Preta em Portugal: olhares cruzados». Porto, CRAT: Centro Regional de Artes Tradicionais, 1997, p. 28 e 33.

FERNANDES, 1997F
Isabel Maria Fernandes  Locais de produção de louça preta in «A Louça Preta em Portugal: olhares cruzados». Porto, CRAT: Centro Regional de Artes Tradicionais, 1997, p. 29-32.

FERNANDES, 1997G
Isabel Maria Fernandes  Os pucareiros de Vilar de Nantes in «A Louça Preta em Portugal: olhares cruzados». Porto, CRAT: Centro Regional de Artes Tradicionais, 1997, p. 34-36.

FERNANDES, 1997H
Isabel Maria Fernandes  Selhariz: um fenómeno de migração in «A Louça Preta em Portugal: olhares cruzados». Porto, CRAT: Centro Regional de Artes Tradicionais, 1997, p. 37-38.

FERNANDES, 1997I
Isabel Maria Fernandes  Telões in «A Louça Preta em Portugal: olhares cruzados». Porto, CRAT: Centro Regional de Artes Tradicionais, 1997, p. 41-42.

FERNANDES, 1997J
Isabel Maria Fernandes  As olarias de louça preta de Prado in «A Louça Preta em Portugal: olhares cruzados». Porto, CRAT: Centro Regional de Artes Tradicionais, 1997, p. 43-44.

FERNANDES, 1997K
Isabel Maria Fernandes  As olarias de Lanheses: um fenómeno de migração in «A Louça Preta em Portugal: olhares cruzados». Porto CRAT: Centro Regional de Artes Tradicionais, 1997, p. 45-47.

FERNANDES, 1997L
Isabel Maria Fernandes  Oleiros de Bisalhães in «A Louça Preta em Portugal: olhares cruzados». Porto, CRAT: Centro Regional de Artes Tradicionais, 1997, p. 48-50.

FERNANDES, 1997M
Isabel Maria Fernandes  Os paneleiros de Baião in «A Louça Preta em Portugal: olhares cruzados». Porto, CRAT: Centro Regional de Artes Tradicionais, 1997, p. 54-56.

FERNANDES, 1997N
Isabel Maria Fernandes  A extracção e a preparação do barro in «A Louça Preta em Portugal: olhares cruzados». Porto CRAT: Centro Regional de Artes Tradicionais, 1997, p. 78-80.

FERNANDES, 1997O
Isabel Maria Fernandes  A venda da louça in «A Louça Preta em Portugal: olhares cruzados». Porto, CRAT: Centro Regional de Artes Tradicionais, 1997, p. 81-84.

FERNANDES, 1997P
Isabel Maria Fernandes  Les centres producteurs de poterie noire du Nord du Portugal, in «La Cerámique médiévale en Méditerranée», Aix-en-Provence, 1997, p. 579-584.

FERNANDES, 1997Q
Isabel Maria Fernandes  A chanfana na caçoila de louça preta in «A Louça Preta em Portugal: olhares cruzados». Porto, CRAT: Centro Regional de Artes Tradicionais 1997, p. 106-108; também publicado, com ligeiras alterações in «Sítios e Memórias. Revista trimestral de Artes e Culturas», 1(4), 2ª série, 1997, p. 16-19.

FERNANDES, 1997R
Isabel Maria Fernandes  A barbeira in «A Louça Preta em Portugal: olhares cruzados». Porto, CRAT: Centro Regional de Artes Tradicionais, 1997, p. 111-112.

FERNANDES, 1997S
Isabel Maria Fernandes; Rosário Guimarães  Locais de produção: análise bibliográfica in «A Louça Preta em Portugal: olhares cruzados». Porto, CRAT: Centro Regional de Artes Tradicionais, 1997, p. 190-221.

FERNANDES, 1997T
Isabel Maria Fernandes  A Louça Preta de Prado. Vila Verde, Braga. Catálogo. Barcelos, Câmara Municipal de Barcelos: Museu de Olaria, 1997 (Colecções do Museu; 3).

FERNANDES, 1997U
Isabel Maria Fernandes  Louça preta de Prado. Desdobrável. Barcelos, Museu de Olaria, 1997.

FERNANDES, 1997V
Isabel Maria Fernandes  Les ateliers de poterie noire de Lanheses (Viana do Castelo): un phénomène de migration, in «Material Culture in Medieval Europe. Papers of the ‘Medieval Europe Brugge’ 1997» Conference, vol. 7, Zelik, Guy De Boe & Frans Verhaeghe, 1997, p. 87-93.

FERNANDES, 1997X
Isabel Maria Fernandes; Fernando Castro; Pedro Oliveira  Development of a methodology for the estimation of the provenance of archaeological ceramics, in «Method and Theory in Historical Archeology. Papers of the ‘Medieval Europe Brugge 1997’ Conference», vol. 7, Zelik, Guy De Boe & Frans Verhaeghe, 1997, p. 123-125.

FERNANDES, 1997Z
Isabel Maria Fernandes  As oficinas de louça preta de Lanheses (Viana do Castelo): um fenómeno de migração. Minia. Braga: ASPA: Associação para a defesa, estudo e divulgação do património cultural e natural. 3ª Série. 5 (1997). P. 199-216.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12508
Resumo: Analisa-se a produção de louça preta na freguesia de Lanheses, em Viana do Castelo, que se iniciou a partir da migração de oleiros de Prado (actual concelho de Barcelos), no final do século XVIII. Começa por referir-se a produção de louça em Prado e a migração de oleiros deste extinto concelho para Lanheses. Analisa-se a produção de louça preta e de telha em Lanheses, acompanhando o fabrico da louça desde a extracção do barro até à sua comercialização.
Descritores: Louça preta / Lanheses / Prado / cerâmica / louça de Prado / migração de oleiros / telha / louça preta de Lanheses / Telha de Lanheses

FERNANDES, 1998
Isabel Maria Fernandes  Castanhas assadas quentes e boas. Sítios e Memórias. Lisboa, 2: 5 (Janeiro de 1998). P. 26-31.

FERNANDES, 1998A
Isabel Maria Fernandes  Centros produtores de louça preta na Beira Litoral. In «Actas do III Encontro de Olaria Tradicional de Matosinhos. Matosinhos, 1998, p. 59-77.

FERNANDES, 1998B
Isabel Maria Fernandes  A olaria de Malhada Sorda. In «Terras do Côa. Da Malcata ao Reboredo: os valores do Côa». Vila Nova de Foz Côa. Estrela do Côa: Agência de Desenvolvimento Territorial da Guarda, 1998, p. 141-143.

FERNANDES, 1998C
Isabel Maria Fernandes  A faiança na segunda metade de Setecentos: imitação e individualidade. In Fábrica de Massarelos: Porto: Exposição: Fábrica de Louça de Massarelos: 1763-1936. Porto. Museu Nacional de Soares dos Reis. 1998.

FERNANDES, 1998D
Isabel Maria Fernandes; Luís Fontes; Fernando Castro  Peças de louça preta decoradas com moscovite encontradas nas escavações arqueológicas do Mosteiro de S. Martinho de Tibães. In «Actas das II Jornadas de Cerâmica Medieval e Pós-medieval: métodos e resultados para a seu estudo: Tondela, 1995». Tondela: Câmara Municipal de Tondela, 1998. P. 355-363.

FERNANDES, 1998E
Isabel Maria Fernandes  Da importância das fontes escritas no conhecimento das produções cerâmicas. In «Actas das II Jornadas de Cerâmica Medieval e Pós-medieval: métodos e resultados para o seu estudo: Tondela, 1995». Tondela: Câmara Municipal de Tondela, 1998. P. 475-478.

FERNANDES, 1998F
Isabel Maria Fernandes  Da necessidade de uniformizar a terminologia cerâmica. Tondela, 1997 In «Actas das II Jornadas de Cerâmica Medieval e Pós-medieval: métodos e resultados para a seu estudo: Tondela, 1995». Tondela: Câmara Municipal de Tondela, 1998. P. 479-480.

FERNANDES, 1998G
Isabel Maria Fernandes  Oleiros e olarias na longa duração in «Conversas à volta da olaria». Montemor-o-Novo: Oficinas do Convento, 1998.

FERNANDES, 1998H
Isabel Maria Fernandes; Henrique Barreto Nunes  Colecção de desenhos de peças de olaria encontrados no espólio de Manuel Monteiro. «Olaria: estudos arqueológicos, históricos e etnológicos». Barcelos: Câmara Municipal de Barcelos. Museu de Olaria. 2 (1997-1998). P. 3-28.

FERNANDES, 1998I
Isabel Maria Fernandes  Notícias e recensões: ciclo de exposições: um barrista de cada vez. «Olaria: estudos arqueológicos, históricos e etnológicos». Barcelos: Câmara Municipal de Barcelos. Museu de Olaria. 2 (1997-1998). P. 149-150.

FERNANDES, 1999
Isabel Maria Fernandes  La loza prieta en Portugal: algunos apuntes. In «4t Congrés europeu sobre ceràmica antiga». Andorra: Servei de Recerca Històrica. Ministeri de Turisme i Cultura, 1999. P. 331-343.

FERNANDES, 1999A
Isabel Maria Fernandes; Fernando Castro; Paulo Dordio Gomes; Alexandra Cerveira Lima  Projecto de estudo da produção cerâmica do Norte de Portugal nos séculos XII a XX (PROCEN). In «Congresso de Arqueología Peninsular, II». Tomo III. Primer Milenio y Metodologia. Alcalá: Universidad de Alcalá: Fundación Rei Afonso Henriques, 1999. P. 659-666.

FERNANDES, 1999B
Isabel Maria Fernandes  Do uso das peças: diversa utilização da loiça de barro. In IV Encontro de Olaria Tradicional de Matosinhos. Matosinhos: Câmara Municipal, 1999. p. 12-39.

FERNANDES, 2000
Isabel Maria Fernandes (coordenação) – Guimarães: mil anos a construir Portugal: roteiro da exposição. Guimarães: Câmara Municipal de Guimarães; Instituto Português de Museus, 2000.

FERNANDES, 2000A
Isabel Maria Fernandes – Museu de Alberto Sampaio: um serviço em prol da comunidade. In «O Povo de Guimarães», 8 de Dezembro de 2000.

FERNANDES, 2001
Isabel Maria Fernandes (coordenação) – D. Manuel e a sua época nas colecções do Museu de Alberto Sampaio: catálogo. Guimarães: Câmara Municipal de Guimarães; Instituto Português de Museus, 2001.

FERNANDES, 2001A
Isabel Maria Fernandes – Formas e funções da faiança portuense oitocentista. In Itinerário da Faiança do Porto e Gaia. Porto: Instituto Português de Museus. Museu Nacional de Soares dos Reis, 2001. P. 29-51.

FERNANDES, 2002
Isabel Maria Fernandes; José Amado Mendes (coordenação) – Património e Indústria no Vale do Ave: um Passado com Futuro. 2 vol. Vila Nova de Famalicão: Adrave, 2002.

FERNANDES, 2002A
Isabel Maria Fernandes – A olaria vimaranense: uma visão global. In «Património e Indústria no Vale do Ave: um Passado com Futuro». 2 vol. Vila Nova de Famalicão: Adrave, 2002. P. 300-320.

FERNANDES, 2002B
Isabel Maria Fernandes – Discorrendo sobre a arte do bolinhol vizelense. Mínia. Braga: ASPA. 10 (2002). 3ª série. P. 237-242.

FERNANDES, 2002C
Isabel Maria Fernandes – Alimentos e alimentação no Portugal Quinhentista. Revista de Guimarães. 112 (2002). P. 125-215.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12471
Resumo: Neste texto traça-se uma panorâmica sobre os alimentos e alimentação no Portugal Quinhentista, mas sem referência à doçaria. Analisa-se o território e o seu uso para fins alimentares e qual a base da alimentação no séc. XVI: cereais e seus derivados: farinha e pão; carne de criação, de caça e seus derivados; peixe e marisco; vegetais (legumes e leguminosas); cheiros; adubos e condimentos; temperos e fruta. Existe um capítulo dedicado aos fazedores e vendedores: da matéria-prima ao consumo, passando pela produção e venda, analisando-se: agricultura e pastorícia, venda de cereais, venda de hortaliças e legumes, apanha e a venda de peixe e marisco, venda de carne e ovos, venda de leite e seus derivados, venda de fruta, transformação, fabrico e/ou venda de alimentos, fabrico ou venda de bebida, venda de doces e conservas, locais onde se come.
Descritores: alimentos em Portugal / alimentação em Portugal / História da gastronomia portuguesa / Gastronomia portuguesa / alimentos quinhentistas / alimentos séc. XVI / alimentação quinhentista / alimentação séc. XVI.

FERNANDES, 2003
Isabel Maria Fernandes – Oleiros e olarias em Portugal: uma perspectiva histórica. In «As Idades da Terra». Lisboa: Instituto do Emprego e Formação Profissional, 2003. P. 11-25.

FERNANDES, 2003A
Isabel Maria Fernandes – Cerâmica açoreana. In «As Idades da Terra». Lisboa: Instituto do Emprego e Formação Profissional, 2003. P. 173-179.

FERNANDES, 2003B
Isabel Maria Fernandes – Museu: tornar visível o invisível. «Lugar em Aberto: Revista da APOM». Lisboa. 1ª série. 1 (Out. 2003). P. 22-31.

FERNANDES, 2003C
Isabel Maria Fernandes – De barro se faz memória. In Olaria portuguesa: do fazer ao usar = portuguese pottery: from crafting to usage. Lisboa: Assírio & Alvim, 2003. P. 16- 33.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12288
Resumo: Analisa-se a olaria numa perspectiva funcional, chamando a atenção para a sua utilidade, e por isso para a sua valorização, no passado. Fala-se na ergonomia das formas oláricas e nos seus usos e desusos, dando-se exemplos de peças que noutros tempos eram produzidas pelos oleiros, mas, porque deixaram de ser úteis deixaram de ser produzidas. Distingue-se entre a loiça de uso comum e a loiça de luxo. Chama-se a atenção para a necessidade de estudo dos processos de fabrico ao longo dos séculos e para a análise dos modos e das áreas de comercialização.
Descritores: Olaria / Cerâmica / Processo de fabrico / Uso e desuso da olaria / História da olaria / Decoração com mica / Ergonomia e olaria / Comercialização da olaria / Cuscuzeiro

FERNANDES, 2003D
Isabel Maria Fernandes – Vasilhas: em barro se fazem, de barro se usam: o quotidiano visto através da olaria. In Olaria portuguesa: do fazer ao usar = portuguese pottery: from crafting to usage. Lisboa: Assírio & Alvim, 2003. P. 61-217.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12289
Resumo: Analisa-se a produção olárica na longa duração, chamando-se a atenção para a função das peças de barro no quotidiano das populações. Refere-se quer alguns ditados populares quer poesia de outros séculos na qual a olaria é mencionada. Analisa-se o uso dado às peças de barro em: armazenamento, preparação dos alimentos; cozer, assar e frigir; serviço à mesa; serviço e ingestão de líquidos.
Descritores: Olaria / Cerâmica / Função das peças de barro / Uso e desuso da olaria / História da olaria

FERNANDES, 2003E
Isabel Maria Fernandes – Epílogo: do uso ao desuso. In Olaria portuguesa: do fazer ao usar = portuguese pottery: from crafting to usage. Lisboa: Assírio & Alvim, 2003. P. 219.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12290
Resumo: Questiona-se o futuro da olaria ainda produzida em alguns centros oláricos mas que já deixou de ter, em muitos casos, o uso para que foi criada.
Descritores: Olaria / Cerâmica / Uso e desuso da olaria

FERNANDES, 2004
Isabel Maria Fernandes  O fabrico de louça preta no concelho de Aveiro. Olaria: estudos arqueológicos, históricos e etnológicos. Barcelos: Câmara Municipal de Barcelos. Museu de Olaria. 3 (1999-2004). P. 41-53.

FERNANDES, 2004A
Isabel Maria Fernandes; António José de Oliveira  Ofícios e mesteres vimaranenses nos séculos XV e XVI. Revista de Guimarães. 113-114 (2003-2004). P. 43-209.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12472
Resumo: Com base em documentação de arquivo analisam-se as diversas profissões existentes em Guimarães nos séculos XV e XVI, descrevendo-se a área de actividade de cada um destes profissionais: açagador, albardeiro, alfaiate, almocreve, almuinheiro, aparelhador, armeiro, atafoneiro, ataqueiro, bainheiro, barbeiro, barqueiro, besteiro, borzegueiro, braceiro, cabouqueiro, camareira, carniceiro, carpinteiro, cerieiro, colcheiro, coronheiro, correeiro, curtidor, cutileiro, estalajadeiro, ferrador, ferreiro, forneiro, imaginário, jornaleiro, lavrador, marceiro, mercador, mestre dos órgãos, moleiro, mostardeiro, oleiro, olivezeiro, ourives, padeira, pasteleira / pasteleiro, pedreiro, peixeiro, peliteiro, picheleiro, pintor, saboeiro, sapateiro, seleiro, serrador, serralheiro, sirgueiro, sombreireiro, soqueiro, surrador, taberneiro, tanoeiro, tecedeira, tecelã e tecelão, tendeira e tendeiro, telheiro, tintureiro, torneiro, tosador, trabalhador, vinhateiro.
Descritores: Guimarães / mesteres / ofícios portugueses / açagador, albardeiro, alfaiate, almocreve, almuinheiro, aparelhador, armeiro, atafoneiro, ataqueiro, bainheiro, barbeiro, barqueiro, besteiro, borzegueiro, braceiro, cabouqueiro, camareira, carniceiro, carpinteiro, cerieiro, colcheiro, coronheiro, correeiro, curtidor, cutileiro, estalajadeiro, ferrador, ferreiro, forneiro, imaginário, jornaleiro, lavrador, marceiro, mercador, mestre dos órgãos, moleiro, mostardeiro, oleiro, olivezeiro, ourives, padeira, pasteleira / pasteleiro, pedreiro, peixeiro, peliteiro, picheleiro, pintor, saboeiro, sapateiro, seleiro, serrador, serralheiro, sirgueiro, sombreireiro, soqueiro, surrador, taberneiro, tanoeiro, tecedeira, tecelã e tecelão, tendeira e tendeiro, telheiro, tintureiro, torneiro, tosador, trabalhador, vinhateiro

FERNANDES, 2004B
Isabel Maria Fernandes  O comer e o modo de comer em espaço conventual: um exemplo (séc. XVI). Mãos: Revista de Artes e Ofícios. 25 (Abril 2004). P. 12-15.

FERNANDES, 2004C
Isabel Maria Fernandes  Os diferentes modos de preparar o barro nas olarias de louça preta portuguesas, extintas ou em laboração. In Actas das III Jornadas de Cerâmica Medieval e Pós-medieval: métodos e resultados para o seu estudo: Tondela, 1997. Tondela: Câmara Municipal de Tondela, 2004. P. 333-350.
Resumo: Partindo da análise do modo de preparar o barro em cada um dos locais de produção de louça preta detectados em Portugal, procedeu-se à sistematização tipológica e geográfica das técnicas empregues, tendo-se considerado a existência de quatro grandes grupos, cujas técnicas se descrevem em pormenor, tendo em conta o modo de extracção do barro e a preparação da pasta.
Descritores: Modo de preparar o barro / preparação do barro / extracção do barro / louça preta / cerâmica / Parada de Gatim / S. Mamede de Escariz / Vilar de Nantes / Molelos / Mondrões / Bisalhães / Telões / Tourencinho / Gondar / Gove / Paus / Fazamões / Ossela / Aradas / Candosa / Vila Nova de Poiares / Miranda do Corvo / Alfarelos

FERNANDES, 2004D
Isabel Maria Fernandes  Investigação nos museus: entre produção, encomenda e comunicação. Boletim semestral da Comissão Nacional Portuguesa do ICOM. 4 (Mar. 2004). P. [6-7].

FERNANDES, 2004E
Isabel Maria Fernandes  Artur Alves Machado: oleiro da Cruz de Pedra. Cruz de Pedra e as suas festas. Guimarães: G. C. R. Cruz de Pedra. 16 (2004). P. 32-33.

FERNANDES, 2004F
Isabel Maria Fernandes  Os sabores da cerâmica portuguesa. In À volta da mesa. Lisboa: Instituto do Emprego e Formação Profissional, 2004. P. 117-127.

FERNANDES, 2004G
Isabel Maria Fernandes  Museus: missionar eis a questão. Boletim Trimestral da Rede Portuguesa de Museus. Lisboa. 14 (Dezembro de 2004). P. 8-10.

FERNANDES, 2004H
Isabel Maria Fernandes; Rafael Salinas Calado; António José de Oliveira  Colecção de Azulejaria do Museu de Alberto Sampaio: o núcleo hispano mourisco. In III Congresso Histórico de Guimarães: D. Manuel e a sua época. Vol. 4. Guimarães: Museu de Alberto Sampaio, 2004.

FERNANDES, 2004I
Isabel Maria Fernandes; António José de Oliveira  Convento de Santa Clara de Guimarães. Boletim de Trabalhos Históricos. Guimarães. Série 2. 5 (2004). P. 11-179.

FERNANDES, 2005
Isabel Maria Fernandes  Meninos Gordos: Faiança Portuguesa. Porto: Civilização Editora, 2005.

FERNANDES, 2005A
Isabel Maria Fernandes  Os Meninos Gordos: a história dos Meninos Gordos que viraram pratos de faiança. Ilustrações de Cesária Martins. Porto: Campo das Letras, 2005.

FERNANDES, 2005B
Isabel Maria Fernandes  Meninos Gordos: contar uma história através da faiança. Guimarães; Barcelos; Esposende: Museu de Alberto Sampaio; Museu de Olaria; Museu d’Arte, 2005.

FERNANDES, 2005C
Isabel Maria Fernandes) – Um museu que caminha. In Roteiro do Museu de Alberto Sampaio. Guimarães: Museu de Alberto Sampaio, 2005. P. 5

FERNANDES, 2005D
Isabel Maria Fernandes  Museu de Alberto Sampaio: um museu que à noite tem mais encanto!: quer experimentar?. ACMP: Auto clube dos Médicos Portugueses. 171 (Abril-Jun. 2005). P. 34-37.

FERNANDES, 2005E
Isabel Maria Fernandes (coord.)  Figurado português: de santos e de diabos está o mundo cheio. Porto: Civilização Editora, 2005.

FERNANDES, 2005F
Isabel Maria Fernandes  Prefácio. In Figurado português: de santos e de diabos está o mundo cheio. Matosinhos: Câmara Municipal de Matosinhos, 2006. P. 7.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12309
Resumo: Texto de introdução ao livro sobre o figurado português
Descritores: Cerâmica / Figurado

FERNANDES, 2005G
Isabel Maria Fernandes  Rosa Ramalho: as minhas mãos são o nosso mundo. In Figurado português: de santos e de diabos está o mundo cheio. Porto: Civilização Editora, 2005. P. 9-24.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12308
Resumo: Traça-se o percurso de vida da barrista Rosa Ramalho, nascida em Barcelos e que aí exerceu a sua arte. Analisa-se a obra desta barrista que marcou a arte popular na segunda metade do século XX.
Descritores: Cerâmica / Figurado / Rosa Ramalho / Figurado de Barcelos

FERNANDES, 2005H
Isabel Maria Fernandes  Mistério que se traduz em Domingos, Virgínia, Manuel e Francisco. In Figurado português: de santos e de diabos está o mundo cheio. Porto: Civilização Editora, 2005. P. 25-34.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12330
Resumo: Traça-se o percurso de vida de Domingos Gonçalves Lima, nascido em Barcelos e que aí exerceu a sua arte, tendo ficado conhecido com o nome de Mistério. Analisa-se a obra deste barrista popular mas também a obra de seus filhos Manuel e Francisco, referindo-se ainda o trabalho realizado por Virgínia, mulher de Domingos e mãe de Manuel e Francisco, na pintura das peças.
Descritores: Cerâmica / Figurado / Mistério / Domingos Gonçalves Lima / Figurado de Barcelos

FERNANDES, 2005I
Isabel Maria Fernandes  Josafaz: Joaquim Lourenço Faz. In Figurado português: de santos e de diabos está o mundo cheio. Porto: Civilização Editora, 2005. P. 149-154.
URL http://hdl.handle.net/1822/12307
Resumo: Traça-se o percurso de vida de vida do barrista Joaquim Lourenço, que assina as suas obras com o nome de Josafaz.
Descritores: Cerâmica / Figurado / Josafaz / Joaquim Lourenço

FERNANDES, 2006
Isabel Maria Fernandes  Maria Fernanda Braga: uma oleira em Guimarães. R Viajante. Guimarães. 22 (2006). P. 21.

FERNANDES, 2006A
Isabel Maria Fernandes  Museu de Alberto Sampaio: missionar eis a questão. In Interidentidades numa Europa alargada: coesões, diversidades sociais e político-culturais no século XXI. [Texto policopiado]. Porto. Instituto de Literatura comparada Margarida Losa; Associação Política Regional e de Intervenção Local.

FERNANDES, 2006B
Isabel Maria Fernandes  Bordado de Guimarães: passado recente com futuro auspicioso = Guimarães embroidery: from tradition to innovation. In Bordado de Guimarães: renovar a tradição = Guimarães embroidery: a tradition renewed. Porto: Campo das Letras, 2006. P. 6-21.

FERNANDES, 2006D
Isabel Maria Fernandes  Saberes, sabores, usos e desusos da olaria nortenha. In Saberes e sobres: VI Congresso Galiza-Norte de Portugal. Porto: Delegação Regional da Cultura do Norte, 2006. P. 79-86.

FERNANDES, 2006H
Isabel Maria Fernandes  Ferreiros vimaranenses: uma arte de fogo feita. In As artes e as mãos da história: o artesanato vimaranense. Guimarães: Oficina: centro de artes e mesteres tradicionais, 2006. P. 48-50.

FERNANDES, 2006I
Isabel Maria Fernandes  Gaspar Pinto Carreira: ferreiro por profissão e por gosto. In As artes e as mãos da história: o artesanato vimaranense. Guimarães: Oficina: centro de artes e mesteres tradicionais, 2006. P. 51.

FERNANDES, 2006J
Isabel Maria Fernandes  Olaria vimaranense: uma visão global. In As artes e as mãos da história: o artesanato vimaranense. Guimarães: Oficina: centro de artes e mesteres tradicionais, 2006. P. 58-65.

FERNANDES, 2006K
Isabel Maria Fernandes  Joaquim de Oliveira: uma vida ao barro dedicada. In As artes e as mãos da história: o artesanato vimaranense. Guimarães: Oficina: centro de artes e mesteres tradicionais, 2006. P. 66-67.

FERNANDES, 2006L
Isabel Maria Fernandes  Artur Alves Machado: um velho oleiro da Cruz de Pedra. In As artes e as mãos da história: o artesanato vimaranense. Guimarães: Oficina: centro de artes e mesteres tradicionais, 2006. P. 68.

FERNANDES, 2006M
Isabel Maria Fernandes  A arte de bem cozinhar os alimentos, em Guimarães. In As artes e as mãos da história: o artesanato vimaranense. Guimarães: Oficina: centro de artes e mesteres tradicionais, 2006. P. 120-129.

FERNANDES, 2006N
Isabel Maria Fernandes  Casa Costinhas: duas gerações aos doces dedicadas. In As artes e as mãos da história: o artesanato vimaranense. Guimarães: Oficina: centro de artes e mesteres tradicionais, 2006. P. 130-131.

FERNANDES, 2007
Isabel Maria Fernandes  Pessoas na Praça, Praça de Pessoas. In Vimaranenses. Guimarães: Cineclube de Guimarães, 2007. (Cadernos de Imagens). P. 61.

FERNANDES, 2007A
Isabel Maria Fernandes  Saberes, sabores, usos e desusos da olaria nortenha. In A produção de cerâmica em Portugal: histórias com futuro: actas do colóquio 2006. Barcelos: Museu de Olaria, 2007. P. 135-146.

FERNANDES, 2007B
Isabel Maria Fernandes  Rosa Ramalho, as minhas mãos são o nosso mundo. In Rosa Ramalho: a colecção. Barcelos: Museu de Olaria, 2007. (Colecções do Museu, 5). P. 17-24.

FERNANDES, 2007C
Isabel Maria Fernandes  O «útil» e o «inútil»: olaria versus figurado. In Rosa Ramalho: a colecção. Barcelos: Museu de Olaria, 2007. (Colecções do Museu, 5). P. 27-43.

FERNANDES, 2007D
Isabel Maria Fernandes  Inventariar para preservar e divulgar: uma missão. In Igreja de Nossa Senhora da Oliveira. Braga: Instituto de História e Arte Cristã, 2007. P. 13-14.

FERNANDES, 2007E
Isabel Maria Fernandes  Inventariar para preservar e divulgar: uma missão. In Igreja de Conventual de S. Domingos e Paroquial de S. Paio. Braga: Instituto de História e Arte Cristã, 2007. P. 15-16.

FERNANDES, 2007F
Isabel Maria Fernandes  Inventariar para preservar e divulgar: uma missão. In Igreja de Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos. Braga: Instituto de História e Arte Cristã, 2007. P. 15-17.

FERNANDES, 2008
Isabel Maria Fernandes; J. Miguel Nóbrega  Palavras prévias. In Tecnologia com Arte = Tecnhology with art. Guimarães: Universidade do Minho, 2008. P. 13.

FERNANDES, 2008A
Isabel Maria Fernandes  Uma caneca inglesa com história peninsular. In O tempo tão suspirado: 2.º centenário da aclamação do príncipe D. João em Guimarães. Guimarães, Sociedade Martins Sarmento, 2008. P. 50-51.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12464
Resumo: Trata-se de uma entrada de catálogo sobre uma peça de faiança fina (ou faiança pó-de-pedra) produzida, muito provavelmente, na Herculaneum Pottery (Liverpool, Inglaterra), em 1813. A peça é decorada com três composições diferentes (transfer-printed) impressas a preto. No bojo, de um dos lados, o brasão real do Reino Unido, no outro lado, a figura a meio corpo de Artur Wellesley, 1.º Duque de Wellington. Artur Wellesley (1769-1852) foi um militar graduado do Reino Unido enviado para Portugal em 1808 tendo participado, em Portugal e em Espanha, durante a designada «Guerra Peninsular», em importantes confrontos contra as tropas napoleónicas. Abandonou a Península Ibérica em 1813, após ter contribuído para a derrota final das tropas francesas.
Descritores: Caneca de faiança / Faiança pó de pedra / Herculaneum Pottery / Artur Wellesley

FERNANDES, 2008B
Isabel Maria Fernandes  Crescei e multiplicai-vos. In Figuras & Figurado: rostos, almas e máscaras no figurado tradicional e contemporâneo português. Lisboa: Instituto de Emprego e Formação Profissional, 2008. P. 117-121.

FERNANDES, 2008C
Isabel Maria Fernandes  Figurar o figurado em barro: as mãos de uns e de outros. In Figuras & Figurado: rostos, almas e máscaras no figurado tradicional e contemporâneo português. Lisboa: Instituto de Emprego e Formação Profissional, 2008. P. 9.

FERNANDES, 2008D
Isabel Maria Fernandes  A Fábrica de Louça: análise espacial, processos de fabrico e conspecto social. In Fábrica de Louça de Miragaia. Porto: Museu Nacional de Soares dos Reis, 2008. P. 17-47.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12577
Resumo: Dá-se a conhecer a fábrica de loiça de Miragaia (fundada em 1775, em Miragaia, no Porto), procedendo-se à sua análise espacial e traçando-se as diversas fases de trabalho desde que o barro era descarregado até à cozedura da loiça. Dá-se também conta da estrutura laboral da fábrica, procurando-se perceber quem eram os trabalhadores, e de onde eram provenientes.
Ao longo do texto analisam-se os espaços fabris, as matérias-primas e as técnicas de fabrico – preparação da pasta, trabalho à roda, moldagem, conformação, enxugo, vidrado, tintas cerâmicas, pintura e cozedura da loiça. Também o conspecto social é motivo de estudo, referindo-se especialmente Sebastião Lopes Gavixo, o primeiro mestre da fábrica, e Manuel Mendes Teixeira, outro dos mestres. Termina-se analisando o mapa de 1813, onde são referidos os trabalhadores que na altura trabalhavam na fábrica e registando nomes que o tempo não apagou.
Descritores: Faiança / Fábrica de loiça de Miragaia / Fábrica de Miragaia / Faiança portuguesa / Faiança oitocentista / Faiança do séc. XVIII / Técnica cerâmica / Técnicas de fabrico / preparação da pasta / trabalho à roda / moldagem / conformação / enxugo / vidrado / tintas cerâmicas / pintura / cozedura da loiça / Sebastião Lopes Gavixo / Manuel Mendes Teixeira

FERNANDES, 2008E
Isabel Maria Fernandes  O livro de receitas da fábrica de Miragaia: um mundo colorido. In Fábrica de Louça de Miragaia. Porto: Instituto , 2008. P. 49-68.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12473
Resumo: Analisa-se um documento manuscrito que inclui um conjunto de cento e vinte e seis receitas técnicas usadas na fábrica de loiça de Miragaia provavelmente no 2.ª quartel do século XIX. Conhecem-se muito poucos livros de receitas cerâmicas das antigas fábricas de faiança portuguesas motivo pelo qual este documento é de suma importância, quer pelo manancial de informações sobre o modo de fazer o vidro e as tintas na fábrica de Miragaia, quer pelo conhecimento que transmite sobre as matérias utilizadas na sua preparação, quer pelas receitas de pasta pó-de-pedra e de vidrados plumbíferos que nele se contém. Termina-se incluindo um útil dicionário com os vocábulos usados no livro de receitas.
Descritores: Faiança / Fábrica de loiça de Miragaia / Fábrica de Miragaia / Faiança portuguesa / Faiança oitocentista / Faiança do séc. XVIII / Técnica cerâmica /Técnicas de fabrico / vidrado / tintas cerâmicas / pintura / cerâmica pó de pedra / pó de pedra / vidrado plumbífero

FERNANDES, 2008F
Isabel Maria Fernandes  A análise do ofício de oleiro através da documentação. In «Actas das III Jornadas de Cerâmica Medieval e Pós-medieval: métodos e resultados para a seu estudo: Tondela, 2000». Tondela: Câmara Municipal de Tondela, 2008. P. 515-517.

FERNANDES; REBELO, 2008G
Isabel Maria Fernandes; Elsa Rebelo  Modos de fazer na faiança caldense: desde a extracção da argila até à comercialização da loiça. In A Fábrica de faianças das Caldas da Rainha. Porto: Civilização Editora, 2008. P. 91-175.

FERNANDES, 2009
Isabel Maria Fernandes  Os boiões e canudos da botica. In A Misericórdia de Montemor-o-Novo: história e património. Montemor-o-Novo: Santa Casa da Misericórdia, 2009. P. 231-245.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12509
Resumo: Neste texto estudam-se dois pares de boiões e canudos da botica da Santa Casa da Misericórdia de Montemor-o-Novo. Com base no inventário de 1781-82, refere-se a loiça que então compunha a botica – louça de barro, de vidro, louça branca ou faiança. Nesse inventário menciona-se também a aquisição em Estremoz de peças de «louça nova» cuja quantidade não é descriminada. Trata-se muito provavelmente de aquisição de recipientes em faiança feitos nas oficinas de Estremoz. É de crer que desta «loiça nova» adquirida em Estremoz fizesse parte o par de canudos de farmácia que chegou até aos nossos dias e que neste artigo se analisa.
Descritores: boião de botica / canudo de botica / faiança de Estremoz / faiança oitocentista / faiança século XVIII / faiança portuguesa / armas dominicanas / louça branca / olaria

FERNANDES, 2009A
Isabel Maria Fernandes  Palavras Prévias. In A louça preta de Bisalhães: Mondrões, Vila Real = The black pottery of Bisalhães. Vila Real. Barcelos: Museu de Arqueologia e Numismática. Museu de Olaria, 2009. P. 7-8.

FERNANDES, 2009C
Isabel Maria Fernandes  Oleiros de Bisalhães: as voltas que o barro dá = The potters of Bisalhães: the twists and turns of clay. In A louça preta de Bisalhães: Mondrões, Vila Real = The black pottery of Bisalhães. Vila Real. Barcelos: Museu de Arqueologia e Numismática. Museu de Olaria, 2009. P. 12-155.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12249
Resumo: Trata-se de uma visão panorâmica sobre a loiça preta de Bisalhães (Mondrões, Vila Real), analisando este centro produtor desde que há referências documentais (séc. XVI) até aos nossos dias. Começa por inserir-se Bisalhães, lugar da freguesia de Mondrões (Vila Real), numa área mais vasta de produção cerâmica que inclui também a freguesia vizinha de Lordelo. É referido o conspecto social destes oleiros que são também, muitas vezes, agricultores. Analisam-se fenómenos de migração (séc. XVIII-XIX) que levam a que oleiros provenientes de S. Martinho de Mouros (actual concelho de Resende) e de Gondar (concelho de Amarante), tenham vindo produzir loiça em Bisalhães. Distingue-se o trabalho realizado na arte por homens e mulheres. Descreve-se o modo de fazer as peças, desde a extracção do barro até à cozedura da loiça, passando pela preparação do barro, trabalho à roda, marcação e decoração das peças. Analisa-se a área de comercialização desta loiça preta. Enumeram-se as peças produzidas e o uso dado à loiça, bem como o cuidado tido com a impermeabilização das peças. Termina-se com algumas receitas culinárias em que se utilizam peças de loiça preta na confecção dos pratos.
Descritores: Bisalhães / louça preta / olaria / Mondrões / migração de oleiros / S. Martinho de Mouros / Gondar / emigração de oleiros / extracção do barro / preparação do barro / roda de oleiro / decoração das peças / trabalho da mulher na olaria / decoração com mica / cozedura da loiça / impermeabilização da loiça / venda de loiça preta / olaria e gastronomia / comercialização da loiça

FERNANDES, 2009D
Isabel Maria Fernandes  Museu de Alberto Sampaio. In Guia do Turismo científico de Guimarães. Guimarães: Universidade do Minho, 2009. P. 34-39.

FERNANDES, 2009E
Isabel Maria Fernandes  Oleiros de Guimarães. In Guia do Turismo científico de Guimarães. Guimarães: Universidade do Minho, 2009. P. 140-146.

FERNANDES, FAURE, 2009F
Isabel Maria Fernandes; Francisco G. C. Líbano Faure  A cerâmica: um modo de conhecer o quotidiano de outros tempos. In A Casa dos Lobo Machado: de espaço privado a espaço de interesse público. Guimarães: Associação Comercial e Industrial de Guimarães, 2009. P. 134-163.

FERNANDES, FAURE, 2009G
Isabel Maria Fernandes; Francisco G. C. Líbano Faure  Catálogo de Peças. Guimarães: Associação Comercial e Industrial de Guimarães, 2009. In A Casa dos Lobo Machado: de espaço privado a espaço de interesse público. Guimarães: Associação Comercial e Industrial de Guimarães, 2009. P. 164-199.

FERNANDES, 2010
Isabel Maria Fernandes  Rocha Peixoto: o gosto pela cerâmica e pelos seus artífices. In Actas do colóquio Rocha Peixoto no centenário da sua morte. Póvoa de Varzim: Câmara Municipal, 2010. P. 95-135.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12374
Resumo: Neste texto analisa-se a obra publicada por Rocha Peixoto sobre a cerâmica, comprovando-se a importância que este autor atribui ao trabalho de campo, ao uso do desenho e da fotografia, ao anotar dos dados recolhidos em cadernos de campo, à recolha de peças nos museus e à necessidade de pesquisar documentação de arquivo para melhor conhecer as olarias a estudar. Percorre-se a vasta obra do autor, analisando-se em pormenor os locais de produção cerâmica por ele referidos e procedendo-se ao levantamento das fotografias e desenhos que Rocha Peixoto possuía e que são hoje documentos imprescindíveis para quem estuda a cerâmica em Portugal.
Descritores: Rocha Peixoto / Cerâmica / Olaria / fotografia cerâmica / desenho cerâmico / olaria de Barcelos / olaria de Prado / olaria de Guimarães / olaria de Calvelhe / olaria de Mirandela / olaria de Pinela/ olaria de Gondar / olaria de Ancede / olaria de Molelos / olaria de Aradas / olaria de Ovar / olaria de Miranda do Corvo / olaria de Candosa / olaria de Tomar / olaria de Santarém / olaria de Nisa / olaria de Moura / olaria de Serpa / olaria de Lagos / olaria de Loulé / olaria de Angeja / olaria de Ossela / / olaria de Vagos / olaria de Prado

FERNANDES, 2010A
Ricardo Erasun; Isabel Maria Fernandes – Cântaro renascentista encontrado no Largo do Carmo: um cântaro vimaranense que é memória. Veduta: revista de estudos do Património Cultural. 4 (2010). P. 10-13.

FERNANDES, 2010B
Isabel Maria Fernandes e Fernando Castro – O modo de preparar o barro nas olarias de louça vermelha do distrito da Guarda: caracterização química das suas produções. Olaria: estudos arqueológicos, históricos e etnológicos. Barcelos. 2.ª série. 4 (2010). P. 216-237.
URL: http://hdl.handle.net/1822/12252
Resumo:Descreve-se o modo de preparar o barro nas olarias de louça vermelha do distrito de Guarda – Santa Comba (Vila Nova de Foz Côa, Guarda); Barreira (Meda, Guarda); Malhada Sorda (Almeida, Guarda); Paranhos e Carvallhal da Louça (Seia, Guarda) – e procede-se à análise das características químicas destas cerâmicas.
Descritores: Cerâmica / Olaria / Preparação do barro / Louça vermelha fosca / Olaria de Santa Comba / Olaria de Barreira / Olaria de Malhada Sorda / Olaria de Paranhos / Olaria de Carvallhal da Louça / Análise química de pastas

FERNANDES, 2011B
Isabel Maria Fernandes; Adriano Azevedo – Comboio a comboio se percorre… o mundo: comboios europeus. Cabeceiras de Basto: Município de Cabeceiras de Basto, 2011.

4 thoughts on “Bibliografia

  1. Querida Isabel adorei a informação, você sempre me surpreende com sua sabedoria e conhecimento, vejo que comida é uma de suas várias especializações. Pensei muito em você hoje e conheci imenso a Universidade do Minho atraves da Adriana Lago Machado, (Diretora de Relações Internacionais da Universidade do Minho) que ministrou na UNESP um workshop de 8 horas seguido sobre a Internacionalização das Universidades, a mulher é uma potência de conhecimentos na área..Estou ainda tentando viabilizar a nossa exposição sobre o Cortejo de Casamento, assim que tiver respostas sobre o financiamento entro em contato, Um grande abraço do Brasil, Lalada Dalglish

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